3 de dez de 2015

Palmeiras justíssimo campeão!

Em jogo disputado e cheio de tensão, o Verdão conquistou o tricampeonato da Copa do Brasil após superar o Santos no tempo normal e nas penalidades. Depois de um 2 a 1 nos 90 minutos da decisão, com dois gols de Dudu e um de Ricardo Oliveira, os times decidiram o título nos pênaltis, com vitória alviverde por 4 a 3. 
Zé Roberto, Jackson, Cristaldo e Fernando Prass fizeram para o Palmeiras. Geuvânio, Lucas Lima e Ricardo Oliveira marcaram para o Santos. Rafael Marques parou em Vanderlei, enquanto Marquinhos Gabriel (para fora) e Gustavo Henrique (nas mãos de Prass) também perderam. 
Com 10 segundos o menino Gabriel Jesus teve o gol à disposição e permitiu grande defesa de Vanderlei. Sete minutos depois Fernando Prass também impediu o gol de Marquinhos Gabriel e a trave, no rebote, impediu o de Victor Ferraz. Daí em diante o Palmeiras espremeu o Santos e Barrios quase encobriu Vanderlei em nova grande defesa. O Santos perdeu David Braz logo de cara e o Palmeiras perdeu Gabriel Jesus, ambos por contusão. Os dois saíram da decisão em prantos. Lucas Lima, Ricardo Oliveira e Gabriel não deram o ar da graça deles e ninguém de verde decepcionava, ao contrário, o Palmeiras fazia seu melhor jogo em muito tempo. Mas, no intervalo, o campeão era o Santos. Onze minutos depois de o recomeço do jogo, não era mais.
Foi o sétimo jogo das equipes no ano, com quatro vitórias do Peixe e três do Verdão e, assim como no Paulistão, tudo acabou nas penalidades. O título recoloca o Palmeiras na Taça Libertadores após dois anos de ausência. 
Em grande jogada de Barrios como pivô para Robinho, Dudu recebeu com o gol vazio e abriu a contagem: 1 a 0. No mínimo, teríamos pênaltis para decidir a taça. Dorival Júnior, então, trocou Gabriel, desaparecido,  por Geuvânio. O Palmeiras também trocou Barrios, machucado, por Cristaldo, para tristeza de quase 40 mil torcedores, aos 25. Lucas Taylor substituiu João Pedro, com cartão amarelo, uma decisão temerária de Marcelo Oliveira. Então,  aos 39, Robinho levantou a bola na área, a defesa santista bobeou e Dudu voltou a marcar: 2 a 0. Era justíssimo.
Só que, dois minutos depois, quem bobeou foi a defesa palmeirense em cobrança de escanteio e quem se aproveitou foi o artilheiro do ano, Ricardo Oliveira: 2 a 2 no placar agregado.
Pênaltis no horizonte.
O assoprador de apito, que errou ao dar impedimento de Ricardo Oliveira em lance agudo aos 45, deu, covardemente,  apenas um minuto de acréscimo. Pênaltis no gramado.
Marquinhos Gabriel, ex-Palmeiras, escorregou e mandou por cima. Zé Roberto, ex-Santos, e fez 1 a 0, com perfeição. Gustavo Henrique bateu e Prass defendeu. Rafael Marques não passou por Vanderlei. Geuvânio empatou: 1 a 1. Jackson bateu forte para fazer 2 a 1.
Lucas Lima empatou. Cristaldo, o amuleto, não deixou por menos: 3 a 2. Ricardo Oliveira empatou. Prass bateu o pênalti do título! O Palmeiras está na Libertadores. O Santos terá tempo para se arrepender de ter adiado o jogo de ida e poupado seu time contra o Coritiba e contra o Vasco. O Palmeiras se vingou do estadual e provou mais uma vez que favoritismo não ganha jogo. Marcelo Oliveira ganhou a primeira de quatro decisões que disputou da Copa do Brasil. E, depois de São Marcos, o Palmeiras tem um novo goleiro para sua história: Fernando Prass.
Fernando Prass bateu o pênalti que garantiu o título ao Palmeiras. 

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