26 de mai de 2014

Aldeir Tôrres - UFC 173, em Las Vegas, EUA.

Dessa vez não deu. Renan Barão perde cinturão.


Nove anos de invencibilidade e trinta e três (33) lutas. Números impressionantes, sem dúvida. Mas essa série de Renan Barão, que só parecia crescer, teve um fim inesperado na noite desse sábado (madrugada de domingo no Brasil), na luta principal do UFC 173, em Las Vegas, EUA. Com uma performance impecável, o americano TJ Dillashaw, grande azarão nas bolsas de apostas, dominou o brasileiro por quatro rounds e meio e conseguiu o nocaute técnico aos 2m36s do quinto assalto.


Com muita velocidade e agilidade, o agora novo campeão peso-galo (até 61,2 kg) do Ultimate não deu chance na trocação a Barão, que esteve irreconhecível durante todo o tempo. De quebra, o atleta de 28 anos conquistou o primeiro cinturão do UFC para o Team Alpha Male, que tinha um histórico de somente derrotas para a Nova União de Barão em disputas de título dentro do octógono.

“Sonhei muito com isso, é um dos sentimentos mais loucos que posso sentir. Acreditem vocês podem ser os melhores do mundo. O Barão é o melhor do mundo. Eu sinto muito respeito por entrar no octógono com ele, é o melhor do mundo e isso me deixa orgulhoso. Lutei contra o melhor e dei meu melhor para ser o campeão do mundo. Meu muay thai está afiado, acertei um bom golpe (no primeiro round). Obrigado ao meu time e ao meu técnico. Fui agressivo, treinei todo dia muito duro e sempre procuro acabar com as lutas, sem deixar para os juízes. Então preciso fazer meu melhor e ser agressivo”, disse Dillashaw.


Muito abalado, Renan Barão reconheceu a superiodade do oponente e fez uma promessa: “Foi duro mesmo, está de parabéns o Dillashaw”. Mas vou voltar, podem anotar. Minha estratégia é sempre fazer meu jogo, meu melhor, que é em pé, e defender bastante as quedas dele, mas foi o dia dele. Deus sabe todas as coisas e vou recuperar o que é meu.

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