9 de mai. de 2013

Aldeir Tôrres

Na guerra, bola

O Fluminense jogou bola contra um time que queria guerra. O Emelec, reconhecendo sua inferioridade técnica, tentou de ombrear ao Fluminense com correria e violência. Não conseguiu.

O Fluminense jogou com inteligência e se impôs com toque de bola e busca incessante pelo gol. Nesta ânsia até cometeu erros, mas esteve sempre com as ações sob controle.

Fred voltou em grande estilo, fazendo o primeiro gol, de cabeça e jogando até 82 minutos, quando saiu, exausto. Sua presença no ataque muda a postura do time e intimida o adversário.

Mas não foi só na bola que o Flu jogou. Os jogadores não fugiram das divididas e igualaram a correria quando foi preciso. Quando os equatorianos pressionaram o árbitro Fred chegou junto para não deixar barato.

A violência do Emelec provocou duas expulsões e outras poderiam ter ocorrido, se o peruano Victor Carrillo fosse mais enérgico. O Flu soube jogar com a vantagem numérica, rodou a bola, esperando aparecer a chance do segundo gol, que veio pelos pés de Carlinhos, um dos melhores em campo.

Como ele, Wagner e Fred se destacaram na partida, que teve os dois zagueiros Digão e Leandro Euzébuio sem erros e o goleiro Cavalieri correspondendo ao ser exigido.

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