30 de mai de 2013

Aldeir Tôrres

Cai o Flu
O Fluminense foi eliminado da Libertadores ao perder para o Olímpia por 2×1 em Assunção, num dia em que atacou mais que o adversário e criou melhores oportunidades de gol.

O primeiro tempo teve 30 minutos primorosos do Fluminense, tocando a bola, quase não errando passes e mantendo a posse de bola. Aos 10 minutos já vencia por 1×0 (gol de Rhayner, em falha do zagueiro Manzur) e aos 18 poderia ter feito o segundo gol.

Percebendo que a classificação estava comprometida, o técnico paraguaio mudou o time com 21 minutos, tirando um cabeça-de-área e colocando um atacante forte (Ferreyra), que perturbou a vida de Leandro Euzébio.

 A alteração mudou o jogo
A partir dos trinta (30) minutos o Olímpia passou a pressionar e o Fluminense não conseguiu mais impor seu toque de bola, passando a fazer faltas seguidas. Numa delas, de Rhayner, Salgueiro mandou no ângulo, em falha de Cavalieri.

Dez minutos depois Digão disputou uma bola com Bareiro e o árbitro uruguaio marcou pênalti discutível. Salgueiro virou: 2 a 1.

O segundo tempo serviu para o Olímpia exibir seu repertório do anti-jogo (já demonstrado na partida de ida, em São Januário). Faltas, carrinhos, cera, socos e pontapés, todo tipo de catimba para fazer o tempo passar e não deixar o adversário jogar.

Abel mexeu certo, colocando Thiago Neves, Samuel e Rafael Sóbis, mas o nervosismo e a pressa não deixaram o Flu jogar ordenadamente e o tempo foi passando até levar o jogo para o desespero, com até Cavalieri indo tentar o empate.

No cômputo dos 180 minutos, o Fluminense dominou 80% do tempo, mas não encontrou o caminho da classificação. Fica mais uma lição de como se faz para ganhar uma Libertadores.

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