22 de mai. de 2013

Aldeir Tôrres

Abrindo o jogo
Não tenho nenhuma dúvida que a realização da copa escolar de futebol, garoto bom de bola, já é um evento inédito no naipe do cenário do nosso futebol amador escolar com alunos-atletas na faixa etária de doze (12) a quatorze (14) anos na categoria masculino. Projeto esse organizado pela secretaria de estado Esporte e do lazer, em parceria com o fórum Estadual dos Secretários e gestores municipais e do lazer do Rio grande do norte. Mas, pelo que acompanhei até o término desta fase, muitas coisas precisam urgentemente, ser revista para que o intuito da copa escolar bom de bola, obtenha o sucesso que todos pensam e esperam alcançar. Em relação arbitragem, técnico-professor e organização dentro e fora de cada sede na competição.

Arbitragem
Deveria a secretaria de estado Esporte e do lazer, verificar os árbitros que estão trabalharam nesta competição, porque até aqui amigos leitores foi um vexame atras do outro, e um abuso de poder absurdo, com expulsões injustas e sem contar que na maioria das vezes nem material para trabalhar, os mesmos usam e ainda se acham no direito de exigir isso ou aquilo das determinadas escolas, quando na verdade na mesa não tem um apito, cronômetro e muito menos coletes, caso aconteçam a coincidência das escolas entrar em campo com o material parecido nas suas cores tradicionais dos uniformes. Seria sensato se a cidade sede que estão recebendo as escolas, obterem a escalações das equipes antes, já que os clubes se encontram com seus alunos-atletas presente no local da competição, Só assim não teríamos tanto atraso nos horários marcados para o início do evento, não é mesmo?

Técnico-professor 
Se esse evento está direcionado a tornar os alunos das escolas em futuramente possíveis atletas, como também educar e preparar para um futuro melhor dentro e fora de campo. Sinceramente pelo que presenciei até este exato momento na competição, acho muito complicado principalmente em termo de educação, Professores mal qualificados para trabalhar com jovens alunos, que sonham em se tornar atletas de futebol, ser cobrados dentro de campo, quando na verdade, não treinaram e são exigidos horrores, porque o técnico quer porque quer, conseguir sua classificação a qualquer preço, xingam e agridem os alunos de forma verbal, quando na verdade era para ser compreensivo e ensinar o significado de está participando de um evento tão importante, representando dentro da medida do seu trabalho a sua honrosa cidade. Mas não, querem que os alunos vençam, pois para alguns mal elaborados professores, o importante é vencer e não contribuir com sua participação.
Ainda bem que toda regra tem exceção, e escolas como José da Penha do técnico-professor Cléber Apodí do técnico-professor Raimundo Nonato, Umarizal do técnico-treinador Richelly e claro o Técnico-professor João Eudes de Pau dos Ferros, São realmente merecedores e capacitados para ocupar o cargo de professor e treinaram os alunos-atletas para a primeira copa escolar de futebol, garoto bom de bola. Não estou dizendo aqui que você que não é formado não possa trabalhar na competição, ao contrário sou a favor também, mas precisa ter conhecimentos esportivos e principalmente ter paciência e competência para trabalhar com os alunos nessa faixa etária, que não é fácil, para que os mesmos obtenham sucesso nos esporte e na sua formação nas escolas. Pelo menos essa é a minha modesta, mas sincera opinião. 

Não estou dizendo aqui, que você que não é formado não possa trabalhar na competição, ao contrário sou a favor também, mas precisa ter conhecimentos esportivos e principalmente ter paciência e competência para trabalhar com os alunos nessa faixa etária, que não é fácil, para que os mesmos obtenham sucesso no esporte.  
Organização 
Não sei o que passou pela cabeça de quem esta elaborando os jogos de final de semana da copa bom de bola, colocar alunos de doze (12) a quatorze (14) anos, em maratona de quatro (04) jogos em um (01) curto espaço de apenas dois (02) dias, num total de quatro (04) horas,alunos ainda sem uma condição física adequada, para uma maratona tão absurda e desumana como está, sem contar com a viagem que algumas equipes, é obrigada a realizar de ida e volta. No meu modo de ver, é uma questão que precisa ser verificada e analisada pelo comitê da organização do evento. É bom frisar, que as escolas deveriam ter um intervalo de um (01) jogo para outro, já que não é possíveis o intervalo de quarenta e oito (48) horas,pelo menos dê um (01) dia, vinte e quatro (24) horas, só assim os jovens atletas podem ter o descanso necessário para o próximo confronto. 

Mas, confesso que em relação alguns quesitos, deveriam saber usar o bom senso, pois essa primeira copa escolar de futebol - Garoto bom de bola - 2013, já está caindo nas graças do torcedor e repercutindo de maneira muito positiva, dentro da imprensa falada e escrita do estado do RN.
Ah, outra coisa muito importante que me agrada, nesta primeira edição da copa bom de bola, é a volta de jovens torcedores, principalmente do público feminino, sempre marcando presença nos estádios de futebol por onde estive presente, e nosso site não poderia deixar de registrar algo tão positivo, para o esporte amador escolar, de uma forma geral.

E fica aqui o meu alerta
O professor que se atém ao comportamento do estudante e o rotula acaba tendo uma atitude prejudicial. O agressivo e conversador sempre tende a ser visto dessa maneira. Assim como o atencioso e comportado. Por isso, não classifique seus alunos como se eles fossem sempre do mesmo jeito, com hábitos imutáveis - e, o mais importante, incapazes de se transformar. O ideal é tentar entender por que se comportam de determinada forma diante de uma situação. Rotular não leva a nada. 

Um comentário:

  1. Esse é repórter, não é como esses feito nas coxas não, valeu ferinha vamos melhorar nossa futebol escolar, e confio em Das Neves para isso.

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