22 de mar de 2013

Aldeir Tôrres

As sete bobagens que podem derrubar Ney Franco no São Paulo

A situação de Ney Franco no São Paulo não está nada fácil. Além de ser contestado por parte do torcedor e não ser garantido pela diretoria, o treinador vem se envolvendo em polêmicas com jogadores do clube.

1 - Com Rogério Ceni, tudo começou em partida contra a LDU de Loja, válida pela Copa Sul-Americana, quando goleiro pediu a entrada de Cícero, mas o técnico “bateu de frente” e optou por Willian José, o que provocou certa instabilidade interna.

Além do capitão, Ney Franco também esteve envolvido em “problemas” com outros atletas do elenco. Veja a seguir as outras bobagens do comandante no São Paulo.

2 - Não utilizar a experiência de Lúcio foi outro erro do treinador do São Paulo. Na partida contra o Arsenal de Sarandí, válida pela Libertadores da América, Ney Franco tirou o camisa 3 quando a partida ainda estava empatada sem gols. Após alterar a equipe e tirar o zagueiro, ex-Inter de Milão e Bayern de Munique, o Tricolor paulista sofreu dois gols e saiu derrotada da Argentina.

3 - A opção por barrar Paulo Henrique Ganso também não é a mais correta. Apesar de o meia-armador estar aquém do esperado, a sequência é necessária para o atleta subir de rendimento e se destacar pelo São Paulo. Até o momento, o camisa 8 entra apenas no meio das partidas ou atua com a equipe reserva, o que limita o entrosamento com o restante do elenco.

4 - Assim como no caso de Paulo Henrique Ganso, a sequência no esquema tático é de extrema importância, caso que não vem ocorrendo no São Paulo. Ney Franco vem alternando o time entre o 4-3-3, 4-4-2 e 3-5-2. Após definir o esquema e mantê-lo com o passar dos jogos, a equipe crescerá gradativamente em campo.

5 - Insistir em Cortês pode não ser a melhor opção para a lateral esquerda. O atleta está em má fase e não consegue manter o mesmo nível do ano passado. Para a posição, Ney Franco ainda tem Carleto, que vem entrando bem quando solicitado, e Henrique Miranda. Do outro lado, Lucas Farias, revelado pela base do clube, merece ter mais oportunidades.

6 - O famoso improviso é uma marca “registrada” dos últimos treinadores que treinaram o São Paulo. Com Ney Franco, a única improvisação que deu certo foi a de Paulo Miranda na lateral. O treinador ainda tentou “alterar a posição” de Rodrigo Caio e Douglas, mas ambas sem sucesso.

7 - Liberar Cícero para o Santos não foi o melhor negócio para o São Paulo. Reserva nos tempos de Morumbi, o meia agora é titular absoluto na Baixada Santista.

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