10 de mar de 2013

Aldeir Tôrres

Botafogo é campeão.
Mais uma Taça Guanabara para General Severiano, engalanando a Sala de Troféus com sétima conquista da Taça GB, esta de 2013. O sofrido título foi conseguido com futebol, calma, prudência, persistência, e claro, sorte. É verdade que o Botafogo abriu o caminho para a chegada da sorte dando boas-vindas, ao não se desesperar diante da iminente “derrota” por 0 a 0. O placar era do Vasco, e a exemplo do domingo anterior, só a vitória seria de grande valia.

No primeiro tempo nervoso, com o Vasco retrancado só saíndo na boa, o Botafogo testou seus próprios nervos e viu a incerteza no caminho quando foi para o intervalo. Era tudo do vasco se não fizesse um gol.

No segundo tempo, o Vasco gastou o tempo e fez cêra o tempo todo, como fazem todosos times ao longo da linha do tempo no futebol. O Vasco não fez nada que fosse diferente da sua conveniência. Cabe ao árbitro acrescentar o tempo que considerar que desperçado de prpósito. Além di mais, ele dispõe de cartões amarelo e vermelho para essa circunstância.

Aliás, a arbitragem fez isso.  Ele ficou vigilante sobretudo, depois do gol do Botafogo, aos 35, com Lucas recendo na meia direita, dentro da área, passe de Bolívar, e a explosão da torcida doFogão que já pensava em ir embora, o lateral do Fogão fez o gol com categoria. O árbitro Wagner Nascimento deu 5 minutos mais. O jogo só acabou, aos 50, da fase final, com a vitória do Botafogo, que em 10 finais contra o Vasco, obteve sua 9 vitória.

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